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Opções, futuros e termo

Resposta direta

Derivativos são contratos cujo valor depende de outro ativo, como uma ação, o dólar ou uma taxa de juros. Os mais comuns são opções, contratos futuros e termo. Podem servir para proteger uma carteira ou uma empresa contra oscilações, ou para especular com alavancagem, o que pode gerar perdas maiores que o valor aplicado.

Os principais contratos

  • Futuro: compromisso de comprar ou vender um ativo numa data futura, por um preço definido hoje. Os ganhos e perdas são ajustados todos os dias.
  • Termo: parecido com o futuro, mas liquidado só no vencimento.
  • Opção de compra (call): direito, não obrigação, de comprar um ativo por um preço até uma data. Quem vende a opção assume a obrigação.
  • Opção de venda (put): direito de vender um ativo por um preço até uma data.

Proteção e especulação

  • Proteção (hedge): uma empresa que importa pode usar um contrato de dólar futuro para travar o custo; quem tem ações pode comprar opções de venda para limitar perdas.
  • Especulação: aposta na direção do preço, em geral com alavancagem.

Margem e alavancagem

A B3 exige garantias (margem) de quem assume obrigações. Com pouco dinheiro, controla-se um valor grande: os ganhos e as perdas se multiplicam, e pode ser preciso depositar mais garantia de uma hora para outra.

Imposto

Ganhos em operações comuns pagam 15% e em day trade 20%, apurados pelo próprio investidor e pagos por DARF até o último dia útil do mês seguinte. Prejuízos compensam lucros do mesmo tipo.

Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento nem oferta de produto. A MW Conti orienta sobre impostos, declaração e contabilidade dos investimentos; a escolha do produto é sua, e pode pedir a ajuda de um profissional certificado.

Fontes

  • Lei 8.981/1995 e Lei 11.033/2004 (renda variável)
  • Instrução Normativa RFB 1.585/2015
  • B3

Veja também

Escrito por Wellisson Almeida da Silva

Revisado

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