Os riscos de um investimento
Todo investimento tem algum risco, inclusive os de renda fixa. Os principais são o de crédito (quem emitiu não pagar), o de mercado (o preço cair antes do vencimento), o de liquidez (não conseguir resgatar quando precisa), o de moeda e o de contraparte. Retorno maior quase sempre vem com risco maior.
Risco de crédito
É o risco de quem emitiu o título não pagar. Num CDB, o emissor é o banco; numa debênture, a empresa; num título público, o Tesouro Nacional. O FGC cobre parte desse risco em alguns produtos bancários, até o limite da garantia.
Risco de mercado
É o risco de o preço cair. Ações sobem e descem todos os dias. Títulos de renda fixa também mudam de preço quando os juros mudam: quem vende antes do vencimento pode receber menos do que esperava. É a marcação a mercado.
Risco de liquidez
É não conseguir transformar o investimento em dinheiro quando precisa, ou só conseguir com perda. Liquidez e carência explica os prazos.
Risco de moeda
Investimentos no exterior ou atrelados ao dólar ganham ou perdem com a variação do câmbio.
Risco de contraparte e de intermediário
É o risco de quem está do outro lado da operação, ou de quem guarda os seus ativos, falhar. Por isso importa saber quem é a instituição, se é autorizada pelo Banco Central ou pela CVM e onde os ativos ficam registrados.
Desconfie de retorno alto e garantido
Promessa de rendimento muito acima do mercado, “sem risco”, é o sinal mais comum de golpe. Veja os golpes mais comuns.
Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento nem oferta de produto. A MW Conti orienta sobre impostos, declaração e contabilidade dos investimentos; a escolha do produto é sua, e pode pedir a ajuda de um profissional certificado.
Fontes
- Banco Central do Brasil
- Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
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Escrito por Wellisson Almeida da Silva
Revisado