Diversificação
Diversificar é dividir o dinheiro entre investimentos diferentes, para que a perda em um não comprometa tudo. O que importa não é só ter muitos produtos, mas ter produtos que reagem de forma diferente às mesmas notícias, com emissores, prazos e tipos diferentes.
Diversificar o quê
- Emissores: CDBs de bancos diferentes, para não depender de um só e para respeitar o limite do FGC.
- Indexadores: parte pós-fixada, parte prefixada, parte atrelada à inflação.
- Prazos: vencimentos espalhados no tempo, para ter dinheiro disponível em datas diferentes.
- Classes: renda fixa, ações, imóveis, exterior, conforme o objetivo e a tolerância a oscilações.
Correlação
Dois investimentos são pouco correlacionados quando um não sobe e desce junto com o outro. Diversificação funciona melhor com ativos assim. Dez ações do mesmo setor diversificam menos do que parece.
Diversificar não elimina o risco
Diversificação reduz o impacto de um problema específico, mas não protege de uma crise que atinge tudo ao mesmo tempo. E diversificar demais, sem entender cada produto, também é um risco.
Rebalanceamento
Com o tempo, uma parte da carteira cresce mais que outra e muda a divisão planejada. Rebalancear é voltar à divisão original, vendendo um pouco do que subiu ou aplicando mais no que ficou para trás. Vendas podem gerar imposto, então vale planejar.
Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento nem oferta de produto. A MW Conti orienta sobre impostos, declaração e contabilidade dos investimentos; a escolha do produto é sua, e pode pedir a ajuda de um profissional certificado.
Fontes
- Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Portal do Investidor
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Escrito por Wellisson Almeida da Silva
Revisado