Tesouro Direto
O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional, em parceria com a B3, para pessoas físicas comprarem títulos públicos pela internet. O investimento mínimo é baixo, há títulos pós-fixados, prefixados e atrelados à inflação, e o Tesouro recompra os títulos todos os dias úteis. O risco é do governo federal, não de um banco, por isso não há FGC.
Como investir
- Abra conta numa instituição financeira habilitada (banco ou corretora).
- Escolha o título no site do Tesouro Direto ou no aplicativo da instituição.
- Compre a partir de 1% do valor do título, respeitado o mínimo definido pelo Tesouro.
Os títulos
- Tesouro Selic: acompanha a taxa Selic.
- Tesouro Prefixado: taxa fixa, com ou sem juros semestrais.
- Tesouro IPCA+: inflação mais taxa fixa, com ou sem juros semestrais.
- Tesouro RendA+ e Educa+: renda mensal para aposentadoria ou educação.
Custos
- Custódia: taxa da B3 sobre o valor investido. Consulte o valor e as faixas de isenção em vigor no site do Tesouro Direto.
- Taxa da instituição: muitas não cobram; confira antes.
Impostos
Imposto de Renda pela tabela regressiva sobre o rendimento, retido no resgate, no vencimento ou no pagamento de juros. IOF nos resgates com menos de 30 dias.
Riscos
O risco de crédito é do Tesouro Nacional, considerado o menor do país. Prefixados e IPCA+ oscilam antes do vencimento (marcação a mercado).
Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento nem oferta de produto. A MW Conti orienta sobre impostos, declaração e contabilidade dos investimentos; a escolha do produto é sua, e pode pedir a ajuda de um profissional certificado.
Fontes
- Tesouro Nacional, Tesouro Direto (tesourodireto.com.br)
- Lei 11.033/2004, art. 1º (IR na renda fixa)
- Decreto 6.306/2007 (IOF)
Veja também
Escrito por Wellisson Almeida da Silva
Revisado